theme and variations

About Police in Japan – 一月。

 

http://www.bbc.co.uk/news/magazine-20810572

 

15/09/2010 – Quarta maquiavélica indomável!!!

Hoje ocorreu no departamento de ciências sociais da UFSCar um evento conjunto do PPGAS e PPGCPol: O Processo de Transferência de Crises Econômicas para a Periferia Durante o Pós-Guerra (1946-1967): O Caso do Cruzeiro Brasileiro” com o Prof. Dr. Júlio Gomes da Silva Neto, Professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Alagoas e colaborador do Núcleo de Economia Política e História Econômica (NEPHE) da USP.

De acordo com o referido prof, o processo de reconstrução da Europa orquestrado pelos Estados Unidos, dentro da necessidade de afirmação do recém estabelecido acordo de Bretton Woods, teve como um de seus principais instrumentos a superação das crises monetárias naquele continente, através do restabelecimento de reservas internacionais e da aceitação de arranjos cambiais e comerciais. A palestra mostrou tomando o caso do cruzeiro brasileiro, como este conjunto de medidas teve o efeito de produzir, nos países periféricos e tomando o exemplo de caso brasileiro, processos inflacionários que prenunciaram o enfraquecimento definitivo de suas moedas.

O autor lança a tese – que ele mesmo indica como geral – de que o acordo de Bretton Woods socializou a crise econômica – europeia e asiática – para os países periféricos. Em suma, se a situação era confortável para a periferia imediatamente no pós guerra, o embuste estadunidense ocasionou uma globalização da crise européia e em relação a isso o principal efeito perceptível foi retirar a Europa e Asia [Japão prioritariamente] da depressão, por meio de uma mundialização da economia e da crise no qual os EUA apareceram como o principal credor por meio da mudança do padrão ouro para o dolar.

Ainda explorou com relativa maestria os efeitos a médio e longo prazos desse embuste, lançando reflexões sobre a posição da China atualmente como o grande credor estadunidense.

07-09/09/2010 – Algumas notícias

Mais uma boa noticia para se somar ao coro anti-estadunidense; um gênio de sub-espécie  pastoral diz que queimará o Corão em praça publica, na homenagem [comemoração?] do ataque ocorrido no 11 setembro:

Al Azhar e Irmandade Muçulmana advertem contra queima do Alcorão nos EUA

Vaticano critica planos de queima do Corão nos EUA

Un pasteur américain maintient son projet de brûler le Coran

Ao menos fica a contra-ofensiva em estado de latência. Aliás, quando discutiremos alternativas visando a reversão da trapaça evidente de Bretton woods?

Enquanto isso, no Brasil

No Brasil o Islã ganha adeptos e é atualmente vista como uma religião de unidade de perseguidos pelos próprios nativos. Curiosamente não é a situação econômica que equaliza, mas ao contrário, a situação ideológica; que exemplo de operação anti-opiária da religião, diríamos aos marxianos.

Islã no Brasil


Ainda no Brasil…

Depois de anos de matança, o governo brasileiro anuncia projeto turístico nas favelas do rio. Inacreditável!!  A questão que surge é por que – ao invés de ensinar ‘artes’ – os educadores não ensinam aos interessados noções de direito, constituição do estado, organização política. Por que não lhes dar ferramentas para transformar a situação de exotização?

RJ e a exotização

A mesma estratégia que envolve táticas de ‘pacificação’ via exotização. O Rio se depara com os jogos olímpicos e é preciso intervir, para não demonstrar que este país é a zona que todo mundo conhece. Enquanto isso o galinássio lulante canta aos quatro ventos a parceria do anti-governo nacional com o sub-governo estadual em uma [i]legítima propaganda eleitoreira.

Só faltava essa

Uma noticia inacreditável de um país onde a justiça funciona bem [para alguns, obrigado].

O retorno daquele que nunca foi

É a proximidade com o estado que garante a esses cidadãos a atuação e proteção. Fica-se registrada a revolta contra o chamado ‘estado de direito brasileiro’ – e tipicamente justo para alguns e muito mais justo para outros. Por favor, tirem a venda dos olhos da justiça, porque essa metáfora no Brasil é uma piada que já perdeu toda a graça.

26/08/2010 – Reunião da ONU para o desarmamento nuclear

No Japão [Saitama-Kyodo] ocorre a reunião das Nações Unidas para a discussão sobre desarmamento nuclear. Nesta oportunidade encontram-se representantes de governos de 85 países mais acadêmicos e civis. Esperamos que essa não seja apenas mais uma reunião sem resultados concretos, sem uma agenda que contemple ações. Esperamos que a ONU deixe de ser essa agência figurativa e representativa do interesse estadunidense e passe a desempenhar um papel verdadeiramente multi-transnacional. Já é tempo para isso, uma vez que essa reunião ocorre desde 1989.

U.N. antiproliferation nuke meet kicks off

12/08/2010 – Links interessantes

Sobre a reinvenção da roda. Mais sobre os Homens maquina. E novamente a presença do exército estadunidense nas pesquisas de máquinas de calculo exponencial.

A próxima é uma noticia antiga, mas cabe um comentário sobre o humorista Hugo Chaves. Agora adepto do teatro de escaramuça, o comediante Chavez abre a tumba de Bolivar, em “uma nova etapa da revolução bolivariana”, por meio da qual é questão de Estado [e de ciência] saber como o revolucionário morreu.

Enquanto isso, o resto na Venezuela continua na mesma: crise política e econômica e perseguição à opositores. Mas devemos lembrar que de acordo com o oráculo lulista o governo do Chavez- Chapolin é democrático e, portanto, ‘cada um com os seus problemas’.

Por fim, sobre a possibilidade [e realidade] de manifestações neo-nazistas na Alemanha [Bad Nenndorf].

10-11/08/2010- Feridas abertas

Evidentemente as bombas nucleares no Japão [1945] não visavam o fim da guerra no Pacífico, uma vez que o Japão estava praticamente rendido, mas dizia questão ao pós guerra, em um novo equilíbrio de forças no qual a Russia e os eua seriam os protagonistas nos anos posteriores da famigerada piada conhecida por guerra fria.

Lastimável posição norte-americana, que até hoje não se desculpou oficialmente pelas bombas. Sem contar, do lado dos japoneses, ter de conviver no pós guerra com a ocupação desses canalhas em seu território…

A canalhice estadunidense não tem fim.  Como se não bastasse, ainda enviam um embaixador para a cerimônia de homenagem às vítimas.

Le monde

Ao menos um fato politico novo: o Japão se coloca como um ator político no cenário internacional com o objetivo de diminuir a posse e a produção de ogivas nucleares.

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One comment

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